IPDRS Logo VISITA NUESTRO
NUEVO SITIO WEB
Actualidad

 

 

 

 

Posts @IPDRS

Brasil

Modelo econômico que prioriza produção de commodities para exportação é criticado em encontro. Resultados e desenvolvimento alcançado são questionados

No Espírito Santo, no litoral do município de Aracruz (ES), um complexo produtor de celulose composto por latifúndios de eucaliptos, usinas de processamento de celulose e lagos para decantação polui os entornos de uma área povoada por pescadores artesanais (veja no mapa). Ainda na região, um estaleiro é construído em ritmo acelerado para suprir as necessidades de exploração da bacia do Pré-Sal. Neste contexto, a comunidade local que vive da pesca tem tido dificuldades em manter seu modo de vida, tradicional e de baixo impacto na natureza. Na capital Vitória (ES), por sua vez, o equilíbrio ambiental é afetado pelo Porto de Tubarão, que libera pó de ferro e outros resíduos poluindo bairros próximos e a praia de Camburi, uma das mais extensas do Estado.

Las elecciones pasaron y el Congreso no podría haber  quedado peor: más de la mitad de sus miembros,  se identifican con la denominada  bancada Ruralista. Además de afrontar los derechos de los indígenas y quilombolas, este grupo bipartidista es responsable de la aprobación de leyes que facilitan el uso de más agrotóxicos.

El próximo 3 de diciembre, fecha en que se  celebra el Día Internacional del  No uso de agrotóxicos,  la Campaña Permanente contra los Agrotóxicos y por la Vida convoca a los ciudadanos  brasileños a unirse a la demanda de alimentos saludables sin venenos. Es fundamental que el Congreso defienda la salud  de la población y la agricultura familiar, responsable  de la producción del 70% de los alimentos que llegan a nuestra mesa.

La campaña   aboga por poner fin a la práctica de fumigación aérea utilizada por el agronegocio,  y la reforma política, con el fin de reducir el peso de los intereses económicos y permitir que nuestra representación en la Cámara y el Senado. Los ruralistas defienden los intereses de alrededor de 1% de los propietarios de tierras en Brasil, que dominan el 44% de las áreas cultivables de Brasil. Esto es sólo una muestra de las distorsiones de representación  de nuestro legislativo.

Conferencias públicas, debates, ollas, panfletos, " Feria de los envenenados." Vale la pena un poco de todo. La idea principal de la campaña es demarcar la fecha  nacionalmente  e ir a las calles para mostrar que la lucha contra los agrotóxicos está vinculada a un gobierno progresista, y  las ideas de la reforma política y la participación popular.

A imagem de mata virgem intocada que temos da Amazônia está desaparecendo com pesquisas recentes. Ao contrário do que diz a crença de que o ambiente era difícil para a condição humana, a região abrigou populações numerosas - inclusive em áreas hoje cobertas por florestas densas - de forma diversificada e, segundo o pesquisador Eduardo Góes Neves, professor do Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE) da Universidade de São Paulo (USP), a civilização atual tem muito que aprender com os povos do passado.

Hoje considerada periferia do Brasil, a Amazônia no passado era mais densamente habitada do que as regiões Sul e o Sudeste antes da colonização europeia.

Entre os mitos desfeitos sobre a região amazônica, foi derrubada a tese de que lá tinha, apenas, tribos distribuídas a esmo pela floresta. Arqueólogos acreditam que havia cerca de 5,5 milhões de pessoas antes do descobrimento.

Para Dom Enemésio Lazzaris, presidente da Comissão Pastoral da Terra (CPT), se não houver uma política agrária que favoreça a permanência no campo, a agricultura familiar e a demarcação das terras indígenas, haverá mais despejos, ameaças, prisões e conflitos

No dia 30 de outubro, o presidente da nacional da Comissão Pastoral da Ter­ra (CPT), Dom Enemésio Lazzaris, enviou carta à presidenta reeleita Dilma Rousse­ff, em que destaca, entre outros pontos, os conflitos e a violência no campo.

Com fortes críticas ao modelo do agro­negócio, sustentado pelo governo petista na última década, Lazzaris diz no docu­mento que a retomada da reforma agrá­ria “é uma medida mais que urgente que o novo governo deve tomar.”

“Uma política de maior apoio aos cam­poneses potencializará uma produção alimentar qualitativamente diferente, saudável e harmônica com os bens da terra”, diz trecho da carta.

Em entrevista ao Brasil de Fato, o presidente nacional da CPT exigiu, além da reforma agrária, que governo de Dil­ma Rousseff assuma um comprometi­mento mais sério com a população que luta pela terra.

“A nossa pauta da terra e da reforma agrária não teve espaço em nenhum mo­mento, seja nos comícios ou nos debates. Não se ouviu falar dessas questões. Espe­remos que estes temas sejam incluídos agora nos próximos quatro anos”, disse.

Sancionada a MP, as terras quilombolas serão incluídas entre as propriedades isentas de ITR como já ocorre com os imóveis da reforma agrária.

Ontem (29/10) o Senado aprovou a Medida Provisória 651/2014 que regulamenta diversos pontos de matéria tributária e estabelece nos seus artigos 82 e 83 a isenção de cobrança do Imposto Territorial Rural em terras quilombolas. A MP agora vai para sanção da Presidência da República.

A aprovação da MP 651/2014 corrige uma distorção na Lei Nº 9.393/1996 que ao criar o ITR não considerou a particularidade das propriedades coletivas das comunidades quilombolas. O fato acabou gerando dívidas milionárias para comunidades quilombolas no Pará.

Joomla! Debug Console

Session

Profile Information

Memory Usage

Database Queries